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União de forças para combater os crimes rurais

Por deputado Sérgio Turra Desde que criamos a Frente Parlamentar de Combate aos Crimes Agropecuários na Assembleia Legislativa, da qual sou presidente, muito já avançamos no combate ao roubo de gado, máquinas e insumos agrícolas no Estado. A maior conquista, sem dúvida, foi a criação da Delegacia de Polícia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais […]

Publicado em: 22/01/2021

Por deputado Sérgio Turra

Desde que criamos a Frente Parlamentar de Combate aos Crimes Agropecuários na Assembleia Legislativa, da qual sou presidente, muito já avançamos no combate ao roubo de gado, máquinas e insumos agrícolas no Estado.

A maior conquista, sem dúvida, foi a criação da Delegacia de Polícia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato, a DECRAB, ainda no governo passado. Uma ideia que nasceu dentro do meu gabinete na Assembleia Legislativa.

Nos últimos três anos a DECRAB, hoje com quatro delegacias implantadas no Estado, tem imposto severas derrotas às quadrilhas organizadas que atacam fazendas e granjas. As taxas de criminalidade na área rural estão caindo aceleradamente. O crime organizado no campo vem sendo paulatinamente desmantelado – embora ainda preocupe os produtores rurais.

Como este é um tema prioritário do meu mandato, sou um dos autores do projeto de lei 270/2020, que institui a política de combate ao abigeato e aos crimes em áreas rurais. O proponente do texto é o meu colega deputado Tenente-Coronel Zucco, e a proposta é subscrita ainda pelo deputado Edson Brum. Acima de partidos e eventuais diferenças políticas, estamos trabalhando em conjunto com um único objetivo: fortalecer a segurança no campo!

O fato é que, graças a este enfrentamento, o número de casos de furto ou roubo de animais e máquinas tem caindo ano a ano no Rio Grande. Desde 2017, quando decidimos atacar este problema, tivemos uma redução considerável na atuação destas quadrilhas.

A nossa proposta visa transformar as ações e programas de governo contra o abigeato em uma política permanente e integrada. Além disso, o texto do projeto prevê a possibilidade de celebração de convênios entre poder público e privado e a utilização de militares da reserva em operações especializadas.

Ou seja: estamos unindo forças e centralizando toda a capacidade policial do Estado em uma política oficial de combate aos crimes agropecuários.